terça-feira, 29 de julho de 2008

Campanha Saúde e Alegria pelo VEGETARIANISMO


“NADA BENEFICIARÁ TANTO A SAÚDE HUMANA E AUMENTARÁ AS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA DA VIDA NA TERRA QUANTO A EVOLUÇÃO PARA UMA DIETA VEGETARIANA”.
Albert Einstein

terça-feira, 20 de maio de 2008

Componente do morango ajuda a melhorar a memória


A fisetina, uma substância que existe naturalmente em morangos e outros vegetais e frutas, estimula mecanismos do cérebro que melhoram a memória de longo prazo, informam pesquisadores do instituto Salk de Estudos Biológicos, em artigo divulgado no website do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo a principal autora do trabalho, Pamela Mahler, a busca por um composto que possa ser administrado oralmente e que ative a fixação de memória é uma das principais atividades da pesquisa neurológica e farmacêutica da atualidade, por conta do envelhecimento da população, e das dificuldades de memória que vêm com a idade e com doenças associadas à idade, como o Alzheimer.

Maher chegou aos efeitos benéficos da fisetina ao fazer uma triagem de flavonóides, substâncias encontradas em muitas plantas, em busca da capacidade de proteger os neurônios. A pesquisadora descobriu que alguns desses flavonóides - incluindo a fisetina - induzem a diferenciação, ou amadurecimento, de células do sistema nervoso.

O processo de maturação desencadeado pela fisetina também é importante na formação da memória, um processo chamado de "potencialização de longo prazo", ou PLP. A PLP permite que memórias sejam armazenadas no cérebro, ao estabelecer conexões mais fortes entre os neurônios.

A equipe de cientistas testou os efeitos da fisetina em um teste com ratos. No teste, os ratos tiveram algum tempo para explorar dois objetos. No dia seguinte, um dos objetos foi trocado por um novo. Se o rato se lembrasse do objeto da véspera, ele passaria mais tempo explorando o novo, e apenas um pouco de tempo retomando a familiaridade com o "velho conhecido". Ratos tratados com fisetina mostraram uma memória melhor.

Além dos morangos, a fisetina também ocorre em tomates cebolas, maçãs, pêssegos, uvas e kiwi. Mahler adverte que para extrair algum efeito benéfico da fisetina com o consumo de frutas, seria preciso dar cabo de cerca de cinco quilos de morangos ao dia.

Fonte: Estadão online

Quando Cristóvão Colombo desembarcou em 1493, um ano após o descobrimento da América, na ilha de Guadalupe, os índios, que ali viviam já cultivavam abacaxi. O seu nome indígena era IInana", que significa fragante, cheiroso, e deu origem ao seu nome científico "Ananas comosus".

Mais tarde os espanhóis o chamaram de piría , pelo seu formato de pinha e os ingleses de pine apple (formato de pinha e suculência de maçã). O abacaxi se disseminou no mundo todo, levado pelos navegadores, como fonte de vitamina C e prevenção de escorbuto durante as viagens.

As espécies selvagens de abacaxis e suas variedades principais são: ananaí-da-amazônia, ananás-do-campo, ananás-branco-do-mato, ananás-vermelho-do-mato, curauá-da-amazônia. Todos têm as margens das folhas armadas de espinhos, exceto a última, nas quais, praticamente, só existe um acúleo terminal.

Devido à sua excelente qualidade organoléptica, sua beleza e à existência da coroa, desde há muito o abacaxi faz jus ao cognome de rei dos frutos. É um autêntico produto de regiões tropicais e subtropicais, altamente consumido em todo o mundo, sobretudo sob a forma de compotas e sucos. Além disso, presta-se também para a fabricação de doces cristalizados, geléias, sorvetes, cremes, gelatinas e pudins.

A qualidade dos frutos é atribuída às suas características físicas externas (coloração da casca, tamanho e forma do fruto), e internas conferidas por um conjunto de constituintes físico-químicos e químicos da polpa, responsáveis pelo sabor, aroma e valor nutritivo.

O abacaxi fornece uma grande diversidade de sais minerais e vitaminas, de forma equilibrada.

Entre os sais minerais, destaca-se como boa fonte de potássio.

Uma fatia de 150 g fornece mais do que 7% do recomendado internacionalmente para ingestão

diária das vitaminas B1, B2 e B9 e cerca de 2/3 das vitaminas que necessitamos.

Apresenta um teor considerável de fibras dietéticas - por volta de 1,4%.

Os ácidos orgânicos do abacaxi facilitam a boa assimilação dos alimentos, devido a presença da “bromelina” - enzima atuante na digestão de proteí-nas – acelerando a digestão da carne bovina ou pescado.

Além desses, é uma boa fonte de vitamina C, que é um bom remédio contra gripes e resfriados e também combate o raquitismo.

Fontes:
www.todafruta.com.br
www.brazilianfruit.org.br
www.wikkipedia.com.br

quarta-feira, 14 de maio de 2008

O lado social da malhação


Academia é sinônimo de sacrifício para a maioria das pessoas. As desculpas para a não adesão a ela são preguiça, falta de dinheiro e auto-estima e vergonha. Como enfrentar os "marombados" de plantão? Especialistas afirmam que nenhum destes obstáculos pode tomar "conta do pedaço", afinal de contas, são necessários três meses para adaptação e entrosamento entre alunos e professores.

Os professores e instrutores têm papel fundamental nesta primeira fase. São eles os maiores estímulos para os alunos enfrentarem os desafios do ambiente. Eles devem dar suporte ao emocional do aluno e mostrar-lhes como eles evoluem a cada semana do programa. O professor deve ainda estimular o entrosamento das pessoas, para que a academia se transforme em um lugar agradável.

As aulas coletivas são uma alternativa saudável para o desenvolvimento da relação entre as pessoas. Quem quiser, pode também criar seus próprios motivos para não desistir da academia. Pode ser uma paquera, uma oportunidade de trabalho ou um bate-papo descompromissado para relaxar.

Equipe Bem Star

Fonte: www.yahoo.com.br/cienciaesaude

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Mais do que um tique nervoso


Blefaroespasmo: mais do que um tique nervoso

Quem já esteve próximo a alguém que pisca sem parar, sem controle sobre o movimento das pálpebras, sabe como é perturbador. A síndrome tem um nome que parece palavrão: blefaroespasmo. Trata-se de um tipo de distonia facial, atinge mais mulheres do que homens e costuma ocorrer depois dos 50 anos.

De acordo com o médico oftalmologista Renato Neves, diretor do Hospital de Olhos Eye Care, a movimentação involuntária da pálpebra pode ter origem em outras doenças, como esclerose múltipla. Mas, geralmente decorre de exposição excessiva à luz (mesmo de computador), fadiga e tensão emocional.

Um olho

"É mais comum observar o problema em apenas um olho, embora os dois reajam da mesma forma e pisquem ao mesmo tempo", diz o Dr. Neves. "Os espasmos costumam desaparecer durante o sono e diminuem quanto mais emocionalmente equilibrada a pessoa se encontra. Se o paciente não buscar ajuda, o piscar involuntário pode se intensificar de tal modo, que acaba levando à perda de visão funcional", continua.

Neves afirma que a toxina botulínica vem sendo empregada com sucesso em pacientes que sofrem de blefaroespasmo. "A substância bloqueia os impulsos nervosos, agindo diretamente nos músculos responsáveis pela contração das pálpebras. São injetadas pequenas doses de toxina botulínica em diversos locais da musculatura periorbital (pálpebra superior, inferior e supercílios). Seus efeitos podem ser percebidos em cerca de dez dias e duram, em média, quatro meses. Em mais de 90% dos casos o tratamento é bem-sucedido".

O oftalmologista diz que é comum haver necessidade de o paciente receber acompanhamento psicológico ou adotar, também, terapias de relaxamento, como ioga e caminhadas.

Fonte: www.yahoo.com.br/cienciaesaude